Denso olival desbravado por serracenas mãos
Mãos que edificaram e defenderam
Mãos que mataram e endureceram
Ao serviço de um glorioso fim
Vila dourada à beira rio plantada
No teu crescente escarlate rasgo as águas
Ondeando ao sabor das correntes
Correntes que nos amarram, que nos prendem à terra
Onde vivemos e semeamos memórias
Onde fazemos o destino e escrevemos as nossas histórias
A terra que se entranha e da qual não nos podemos apartar
Uma pequena criação inspirada pelas conversas dos últimos tempos e também, claro está, pelo jantar de sexta.
Liliana
Televisão ao domingo à noite...
Há 14 anos

1 comentário:
Muito bonito Liliana. Continuas a escrever bem, como sempre :)
Continua!
Não falamos há algum tempo! Espero que esteja tudo a correr bem contigo e com a mana ;)
Beijinhos,
Rita
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